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PERDA DE TRÁFEGO OU POSIÇÕES

Recuperar tráfego começa por entender exatamente o que foi perdido — e por quê.

Queda orgânica raramente se resolve com uma lista genérica de 'melhores práticas'. A primeira tarefa é reconstruir a linha do tempo da perda e descobrir quais páginas, consultas, entidades e sinais realmente mudaram.

O PROBLEMA

Se a causa estiver errada, a recuperação vira uma sequência cara de tentativas.

Uma queda pode coincidir com update do Google sem ter sido causada por ele. Pode nascer de uma migração, alteração de template, mudança de intenção, perda de páginas, concorrência, canibalização ou enfraquecimento de autoridade.

Por isso separamos correlação de causalidade e reconstruímos evidências antes de recomendar conteúdo, links, redirects ou mudanças técnicas.

Sinais que justificam investigação

Eles não provam a causa isoladamente. Servem para indicar que este cenário merece ser testado antes de escolher uma solução.

queda concentrada em determinadas pastas ou templates
perda de consultas comerciais enquanto o tráfego total parece estável
migração ou redesign próximo do início da perda
páginas historicamente fortes substituídas ou consolidadas
concorrentes ganhando cobertura para novas intenções
muitas ações realizadas sem registro de impacto
FIT / NÃO-FIT

Uma boa solução também precisa dizer quando não deve ser vendida.

Classificar corretamente o cenário evita tratar sintomas parecidos como se tivessem a mesma causa.

Faz sentido quando

  • sites com histórico de desempenho
  • quedas relevantes de tráfego, impressões ou conversões orgânicas
  • empresas que precisam priorizar recuperação antes de expandir

Provavelmente não é a frente certa quando

  • sites que nunca chegaram a ter tração
  • projetos ainda em fase de lançamento
  • empresas buscando garantia de retorno a uma posição específica
COMO TRABALHAMOS

A execução nasce de uma hipótese defensável, não de uma lista pronta de tarefas.

O escopo final depende da evidência encontrada, mas esta é a lógica que organiza a solução.

ETAPA_01

Linha do tempo

Cruzamos perdas com deploys, migrações, mudanças editoriais, updates e movimentos competitivos.

ETAPA_02

Segmentação da queda

Separamos branded/non-branded, diretórios, templates, países, dispositivos, intenção e páginas de receita.

ETAPA_03

Hipóteses causais

Criamos hipóteses testáveis em vez de atribuir a queda automaticamente a um algoritmo.

ETAPA_04

Comparação competitiva

Analisamos quem passou a ocupar a demanda perdida e o que mudou na composição das respostas e SERPs.

ETAPA_05

Plano de recuperação

Priorizamos correções capazes de recuperar valor comercial, não apenas volume de sessões.

ENTREGÁVEIS

O projeto precisa deixar ativos que outra pessoa consiga entender, executar e validar.

Linha do tempo da perda

Eventos técnicos, editoriais e de mercado correlacionados ao início e à evolução da queda.

Mapa de impacto

Páginas, consultas, clusters e conversões mais afetados.

Hipóteses priorizadas

Causas prováveis com evidências, contraprovas e testes recomendados.

Plano de correção

Ações técnicas, editoriais e de autoridade ordenadas por risco e potencial.

Protocolo de validação

Como medir recuperação sem confundir sazonalidade, branded e mudanças externas.

Registro de aprendizado

Documentação para evitar que o mesmo tipo de perda seja reintroduzido.

COMO MEDIMOS

O sucesso precisa responder ao problema original.

Os indicadores variam por solução. O importante é declarar antes quais sinais serão usados para validar, enfraquecer ou rejeitar a hipótese.

recuperação de consultas comerciais
impressões e cliques por cluster afetado
cobertura das páginas prioritárias
conversões recuperadas
erros técnicos eliminados
distância competitiva nas intenções perdidas
PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas sobre Search Recovery

Vocês conseguem dizer se um update do Google causou a queda?

Podemos avaliar evidências e correlações, mas não devemos afirmar causalidade sem suporte. A análise compara timing, segmentos afetados, mudanças internas e concorrência.

É possível garantir que o tráfego voltará ao nível anterior?

Não. O mercado, a SERP e a demanda podem ter mudado. O objetivo é recuperar valor viável e construir uma posição mais resiliente, não prometer reconstruir exatamente o passado.

Devemos parar de publicar durante a recuperação?

Depende do caso. A prioridade é interromper ações que possam ampliar o dano e concentrar esforço nas hipóteses com maior evidência.

Antes de contratar Search Recovery, confirme se o problema realmente pertence a esta frente.

A avaliação estratégica existe para separar sintoma de causa, classificar o cenário e decidir se há uma hipótese de trabalho que justifique o investimento.

Diagnosticar este cenário